
Review: Leverage
quarta-feira, 21 de julho de 2010 @ 15:17
Yo! Então, eu disse que ia fazer umas reviews etc etc etc e vou começar por Leverage, que é uma série que eu comecei a ver há muito tempo e acabei abandonando, mas agora retornei e estou re-viciada!

LEVERAGE é o nome dado a uma organização especializada em... LOL, não tem bem uma definição. Eles são ladrões que roubam ladrões. Os Robin Hoods da atualidade.
Nate Ford é um ex-policial que perdeu o filho por causa de uma mega empresa malvada que retirou o seguro da família ou algo do tipo, faz tempo que vi o Pilot, não lembro muito bem. Enfim, Nate recebe uma proposta de um sujeito que aparentemente, teve os projetos de engenharia roubados por um outro sujeito malvado. O sujeito número 1 ( o roubado) pede para que Nate recupere os projetos roubados por uma certa quantia. Nate recusa de cara, pois ele costumava ser um detetive, não um ladrão. Mããããããs após um tempo resolve aceitar. Recruta um time altamente capacitado para ajudá-lo nesta empreitada, mas todos os envolvidos deixaram bem claro que não iriam trabalhar juntos após esse negócio.
Nate recrutou
Hardison, um mega hacker que... Bem, você sabe o que esses hackers de filmes podem fazer. Além de Hardison, tem
Elliot, o cara que mete porrada em todo mundo;
Parker, a ladra expert em fuga que se dá muito bem com lasers etc e
Sophie, a atriz-vigarista mais talentosa de todas.
É óbvio que após o primeiro trabalho, eles não se separaram. Viveram felizes para sempre golpeando pessoas que merecem ser golpeadas e montaram um quartel general irado super hi-tech e ficaram ricos. Pelo menos... É o que aconteceu até agora, LOL.
Assista Leverage, vale muito a pena!
Marcadores: leverage, review, seriados


I step again please come hear my cries.
quinta-feira, 1 de julho de 2010 @ 19:56
Sempre penso em novas histórias pra escrever e não consigo terminar a atual. Vou terminar Sidewinder.
Mas antes vou fazer review de um seriado que eu ando assistindo. Sem imagem mesmo.
PRETTY LITTLE LIARS:
É interessante. O elenco não é de primeira categoria, mas o enredo te deixa curioso e a trilha sonora é digna o bastante.
O lance é mais ou menos assim: Aria, Stacey, Emily e Hanna são amigas e tinham estado afastadas após o desaparecimento de sua quinta amiga, Alison (a líder do grupo).
Alison sumiu, mas há alguém as cercando e mandando bilhetes, sms, recadinhos e alertas. Alguém que está sempre por perto e que assina como "A".
Além desse mistério, há todo um suspense acerca de uma tragédia que ocorreu com Jenna, uma garota cega (obviamente a cegueira de Jenna envolve as amigas).
Vale a pena!
Marcadores: pretty little liars, review


Review: Battle Royale
domingo, 4 de outubro de 2009 @ 09:12
Decidi que vou escrever algumas reviews de vez em quando!
Título: Battle Royale
História original por: Koushun Takami
Desenhos por: Masayuki Taguchi
Publicado: Japão, 2000 - Akita Publishing Co. Ltd
Lançado no Brasil por: Conrad Editora, 2006
Tradução: Drik Sada
Antes de o mangá sair, Battle Royale já existia em forma de livro, mas após conhecer Masayuchi, Takami decidiu dar vida bidimensional a seus personagens.
O enredo de Battle Royale envolve muito sangue, drama e vísceras. É preferível a sensíveis que comprem o primeiro volume de Love Hina ou Fushigi Yuugi (ambos excelentes shoujo), pois o mangá em questão vai deixar você aterrorizado.
"O Programa" é um projeto do governo que visa obter dados sobre os jovens utilizando técnicas brutais de guerra. O grande ponto é que os jogadores (assim são chamadas as vítimas) são adolescentes do 3º ano do ensino médio. Ninguém sabe qual turma de qual colégio será escolhida, tanto alunos como pais e professores são pegos de surpresa e se alguém se opuser ao jogo... Terá de receber um tratamento especial de persuasão. O Programa funciona como um jogo mortal onde apenas um pode sobreviver, e não como escapar, pois quem se rebelar contra a matança, é morto antes mesmo de pensar em fugir.
É neste clima de pressão e terror (não deve ser agradável ter de matar seus amigos) que conhecemos Shuya Nanahara. Carismático e de personalidade forte, Shuya tem em mente reunir os amigos e tentar sair d'O Programa, mas tão cedo já é tarde demais, pois muitos já estão envolvidos na batalha.
O mais interessante em Battle Royale é ver o quão cínico e cara de pau é o governo japonês, pois os tais dados sobre a juventude não passam de uma desculpa grotesca para assistir adolescentes amedrontados e, algumas vezes, carniceiros, se degladiarem em uma ilha a prova de fuga.
Um detalhe bem importante: O Programa é televisionado para todo o país.
O núcleo sensual (lê-se sexual) da obra - como é bem comum em mangás do gênero (vide Gantz) - fica por conta de Mitsuko Souma e sua gangue, que logo no primeiro volume, prometem muitas levantadas de saia e trapaças utilizando-se da beleza.
A arte é bem feita e combina bem com o gênero. Takamu encontrou em Taguchi o parceiro perfeito para esboçar seus personagens.
Battle Royale também ganhou versões em quadrinhos (não muito aclamada) e em Live Action.
O Live Action agradou ao mundo inteiro e serviu de inspiração para vários cineastas renomados, um deles sendo Quentin Tarantino, que faz referência a Battle Royale em Kill Bill com a atriz Chiaky Kuriyama no papel de Gogo, uma colegial sanguinária que ataca a personagem de Uma Thurman. Chiaky é uma das atrizes do filme original de Battle Royale.
O longa teve direção de Kinji Fukasaku e foi produzido pela TOEI.
***
So, how was it? Em breve eu volto com outra review!
Marcadores: battle royale, manga, review


Review: Leverage
quarta-feira, 21 de julho de 2010 @ 15:17
Yo! Então, eu disse que ia fazer umas reviews etc etc etc e vou começar por Leverage, que é uma série que eu comecei a ver há muito tempo e acabei abandonando, mas agora retornei e estou re-viciada!

LEVERAGE é o nome dado a uma organização especializada em... LOL, não tem bem uma definição. Eles são ladrões que roubam ladrões. Os Robin Hoods da atualidade.
Nate Ford é um ex-policial que perdeu o filho por causa de uma mega empresa malvada que retirou o seguro da família ou algo do tipo, faz tempo que vi o Pilot, não lembro muito bem. Enfim, Nate recebe uma proposta de um sujeito que aparentemente, teve os projetos de engenharia roubados por um outro sujeito malvado. O sujeito número 1 ( o roubado) pede para que Nate recupere os projetos roubados por uma certa quantia. Nate recusa de cara, pois ele costumava ser um detetive, não um ladrão. Mããããããs após um tempo resolve aceitar. Recruta um time altamente capacitado para ajudá-lo nesta empreitada, mas todos os envolvidos deixaram bem claro que não iriam trabalhar juntos após esse negócio.
Nate recrutou
Hardison, um mega hacker que... Bem, você sabe o que esses hackers de filmes podem fazer. Além de Hardison, tem
Elliot, o cara que mete porrada em todo mundo;
Parker, a ladra expert em fuga que se dá muito bem com lasers etc e
Sophie, a atriz-vigarista mais talentosa de todas.
É óbvio que após o primeiro trabalho, eles não se separaram. Viveram felizes para sempre golpeando pessoas que merecem ser golpeadas e montaram um quartel general irado super hi-tech e ficaram ricos. Pelo menos... É o que aconteceu até agora, LOL.
Assista Leverage, vale muito a pena!
Marcadores: leverage, review, seriados


I step again please come hear my cries.
quinta-feira, 1 de julho de 2010 @ 19:56
Sempre penso em novas histórias pra escrever e não consigo terminar a atual. Vou terminar Sidewinder.
Mas antes vou fazer review de um seriado que eu ando assistindo. Sem imagem mesmo.
PRETTY LITTLE LIARS:
É interessante. O elenco não é de primeira categoria, mas o enredo te deixa curioso e a trilha sonora é digna o bastante.
O lance é mais ou menos assim: Aria, Stacey, Emily e Hanna são amigas e tinham estado afastadas após o desaparecimento de sua quinta amiga, Alison (a líder do grupo).
Alison sumiu, mas há alguém as cercando e mandando bilhetes, sms, recadinhos e alertas. Alguém que está sempre por perto e que assina como "A".
Além desse mistério, há todo um suspense acerca de uma tragédia que ocorreu com Jenna, uma garota cega (obviamente a cegueira de Jenna envolve as amigas).
Vale a pena!
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Review: Battle Royale
domingo, 4 de outubro de 2009 @ 09:12
Decidi que vou escrever algumas reviews de vez em quando!
Título: Battle Royale
História original por: Koushun Takami
Desenhos por: Masayuki Taguchi
Publicado: Japão, 2000 - Akita Publishing Co. Ltd
Lançado no Brasil por: Conrad Editora, 2006
Tradução: Drik Sada
Antes de o mangá sair, Battle Royale já existia em forma de livro, mas após conhecer Masayuchi, Takami decidiu dar vida bidimensional a seus personagens.
O enredo de Battle Royale envolve muito sangue, drama e vísceras. É preferível a sensíveis que comprem o primeiro volume de Love Hina ou Fushigi Yuugi (ambos excelentes shoujo), pois o mangá em questão vai deixar você aterrorizado.
"O Programa" é um projeto do governo que visa obter dados sobre os jovens utilizando técnicas brutais de guerra. O grande ponto é que os jogadores (assim são chamadas as vítimas) são adolescentes do 3º ano do ensino médio. Ninguém sabe qual turma de qual colégio será escolhida, tanto alunos como pais e professores são pegos de surpresa e se alguém se opuser ao jogo... Terá de receber um tratamento especial de persuasão. O Programa funciona como um jogo mortal onde apenas um pode sobreviver, e não como escapar, pois quem se rebelar contra a matança, é morto antes mesmo de pensar em fugir.
É neste clima de pressão e terror (não deve ser agradável ter de matar seus amigos) que conhecemos Shuya Nanahara. Carismático e de personalidade forte, Shuya tem em mente reunir os amigos e tentar sair d'O Programa, mas tão cedo já é tarde demais, pois muitos já estão envolvidos na batalha.
O mais interessante em Battle Royale é ver o quão cínico e cara de pau é o governo japonês, pois os tais dados sobre a juventude não passam de uma desculpa grotesca para assistir adolescentes amedrontados e, algumas vezes, carniceiros, se degladiarem em uma ilha a prova de fuga.
Um detalhe bem importante: O Programa é televisionado para todo o país.
O núcleo sensual (lê-se sexual) da obra - como é bem comum em mangás do gênero (vide Gantz) - fica por conta de Mitsuko Souma e sua gangue, que logo no primeiro volume, prometem muitas levantadas de saia e trapaças utilizando-se da beleza.
A arte é bem feita e combina bem com o gênero. Takamu encontrou em Taguchi o parceiro perfeito para esboçar seus personagens.
Battle Royale também ganhou versões em quadrinhos (não muito aclamada) e em Live Action.
O Live Action agradou ao mundo inteiro e serviu de inspiração para vários cineastas renomados, um deles sendo Quentin Tarantino, que faz referência a Battle Royale em Kill Bill com a atriz Chiaky Kuriyama no papel de Gogo, uma colegial sanguinária que ataca a personagem de Uma Thurman. Chiaky é uma das atrizes do filme original de Battle Royale.
O longa teve direção de Kinji Fukasaku e foi produzido pela TOEI.
***
So, how was it? Em breve eu volto com outra review!
Marcadores: battle royale, manga, review
