
Sidewinder #2
quarta-feira, 9 de junho de 2010 @ 22:53
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0 ComentáriosEntão, como citado previamente (?), Sidewinder não é uma história de romance.
Mas como toda boa e memorável história, há romance.
O primeiro casal da trama é Anna e Patrick. Sweet Pat, com todo o seu charme e inocência aparentes, corajoso e delicado. Um perfeito príncipe.
Mas espere! Anna é humana. Patrick também. Onde é que o vampiro entra???
Hm... James é o vilão, não é bem apropriado o vilão terminar com a mocinha, certo?
Mas, algo muito ruim acontece com o relacionamento de Anna e Patrick; óbvio, James está envolvido. Não será um triângulo amoroso, ou, se quiserem pensar dessa forma, será um triângulo de decepções.
Não é como se Anna fosse esquecer todas as besteiras que James aprontou, não é como se James fosse ficar bonzinho, e muito menos como se Patrick fosse um rapazinho inocente, rs.
Pra saber mais, leeeeeeeiam Sidewinder!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Marcadores: estórias, sidewinder, vampiros


Sidewinder
terça-feira, 8 de junho de 2010 @ 21:48
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1 ComentáriosO negócio chama Sidewinder por causa da música da minha querida banda do coração, Avenged Sevenfold. Não entendo como não havia feito a ligação antes. A letra é muito objetiva, caso tenham interesse em ler, cliquem aqui e sejam felizes.
O objetivo de Sidewinder não é criar casais fofos e eternos, nem fazer os leitores cairem de risadas com um lado cômico dos vampiros. É mostrar, digamos, o lado que os fãs modernos dessas criaturas não querem ver: O fatal. Rawr.
Stephenie Meyer, após sua lucrativa empreitada com a saga Crepúsculo, destruiu (sim, o post é meu e me deixem terminar) a imagem temida do sugador de sangue. Fez com que a figura do vampiro ficasse inofensiva na pele de Edward Cullen, o ser mais perfeito de todo o universo, segundo sua escrita.
Para mim, Edward Cullen não representa um vampiro em sua essência, e é isso o que eu vou mostrar em Sidewinder.
Penso que vampiros são seres amaldiçoados; sedentos e cruéis, tendo que frear seus impulsos para evitar a exposição. Nenhum vampiro sobrevive sem sangue humano. Vampiros não possuem fluidos corporais e são privados de dar vida a novos indivíduos. Tudo o que lhes resta é uma eternidade de solidão e sofrimento.
Resumindo, Sidewinder é sobre Anna Sinclair.
Anna foi sequestrada por James Reed, um vampiro tanto quanto perturbado, enquanto tentava voltar para casa de uma festa com seu amigo Fred (que foi morto por James).
James a carregou para um quarto de pousada e planejava torturá-la por um bom tempo antes de matar a garota, mas foi interrompido por Elisha, a líder do bando em que vive e também sua irmã. Elisha impediu que James matasse Anna porque ele andava fazendo bastante sujeira pelas redondezas, matando e se alimentando sem o menor cuidado. Então, a líder decide levar Anna para seu esconderijo, pedindo ajuda aos companheiros (sete vampiros) sobre o que fazer com ela. Decidem por transformar Anna em sua escrava de sangue, mas em um descuido do grupo, a garota foge. Sem saber onde se encontrava, correu até encontrar alguma forma de civilização, e é quando conhece Patrick. Um rapaz bondoso e que à primeira vista, pareceu inofensivo, mas ao primeiro sinal de vampiros, mostrou todo o poderio que sua família (uma tradicional família de caçadores) possuía, protegendo Anna do bando de Elisha.
Anna se envolve com Patrick e sua equipe a ponto de fazer parte dela e se tornar uma excelente caçadora, mas acaba voltando para as mãos de James, que, nada contente com a forma que as coisas acabaram da última vez, promete a Anna que a faria sofrer por toda a eternidade.
E o resto só lendo Sidewinder, rs. Aqui, fiz alguns pôsteres, vou mostrando nos posts aos poucos.

Espero que eu tenha deixado vocês pelo menos um pouco atiçados pra ler Sidewinder, tô escrevendo com o maior gosto! UHASUHSAUHSUAHUHSAUHAS.
Marcadores: estórias, sidewinder, vampiros


Congratulations! You are the 100th poster!
sábado, 24 de outubro de 2009 @ 20:20
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0 ComentáriosYey, quanto tempo?
É, passei por umas ótimas com meu computador sem internet, pelo menos tive um tempo pra terminar alguns livros que eu tava deixando na espera por tempo demais. Terminei meu conto! Finalmente, em breve deixarei vocês conhecerem os donos de Zsonengard. Eu gosto mais de Ülreth, mas podem escolher Ull ou Salazhar se quiserem, não fico incomodada!
Não tenho muitas novidades para escrever a respeito, acho que vou esperar um assunto interessante aparecer e eu faço um post. Ou então escreverei uma review sobre o livro de Ciência que estou lendo, provavelmente vai sair alguma coisa boa dele.
Enfim, após a review que estou planejando de Uncanny X-Men - mas essa só vai sair quando Paula me entregar meu volume 65!!!! Não consigo imaginar o que vai acontecer a Rachel Grey.
Minto, Rinaldson veio me visitar hoje, a gente assistiu Sobre Meninos e Lobos e eu quis dar um Oscar a Sean Penn de novo. Conversamos bastaaaaante e ele até foi ameaçado por um bêbado cambaleante aqui perto. Divertido mew, a gente não se via há um tempão.
É isso, shame on Capricho guys, que deixaram a Mila do lado de fora do NoCapricho esperando pra porcaria nenhuma. Desorganização sucks.
Marcadores: estórias, filme, filmes, quadrinhos


Chemistry of a killer brain
sábado, 25 de outubro de 2008 @ 20:44
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1 ComentáriosConheça Ashlee, mais uma das minhas personagens. Na verdade, Ashlee tem um pouco com esse blog. Tirei o endereço do blog (Química do Assassino) de um texto que eu li no segundo ano e eu gostei tanto do texto que mencionei nessa estória. By the way, não vou ficar postando isso aqui sempre, é só pra variar um pouco.
Eu espero que gostem!
Chemistry of a killer brain
Cap. 1.
Eu acho que essa coisa de psicose não tem nada a ver com os Talking Heads. Eles não inventaram a moda do assassino psicótico. Bem, mas que infernos faria uma pessoa do meu porte intelectual com essa informação? Absolutamente nada.
Quero dizer, essa seria a minha resposta se eu não tivesse que fazer essa análise sobre o texto que lemos na aula hoje. O bendito texto, que me prendeu bastante a atenção, aliás, chamava-se ‘A Química do Assassino’ e falava sobre o que se passa na mente dos psicopatas quando eles estão a um ponto de cometer atrocidades.
Bem interessante. Agora você se pergunta como foi que eu cheguei nos Talking Heads. Pois é, nem eu entendo direito.
Quando eu falo no meu porte intelectual, eu esqueço de falar da minha incrível capacidade de pensar asneiras. Acho que isso acontece por que eu penso demais, e quando eu penso demais em coisas úteis, não sobra nada usável para que eu possa pensar. Daí sobra asneira. É uma boa teoria.
Eu sempre gostei de estudar e toda essa coisa de ser direita. Eu acho que não existe nada mais sensacional do que você estar satisfeito consigo mesmo, e eu estou satisfeita comigo em 90%. Acho que os outros 10% se devem à minha vida social, que é um fracasso. Eu não me esforço pra mudar o quadro, isso também conta, já que o fracasso da minha vida social é minha culpa. Mas também, nunca tive ninguém pra me influenciar. Meu pai é cientista, minha mãe é professora de Química II e o único irmão que eu tenho está a um passo de trabalhar na NASA. Em que meio vocês acham que eu cresci? No badalado mundo fashion das celebridades? Claro que não. Minha mãe é muito chique, mas ela não sabia se arrumar quando tinha 17 anos, então, acho que não posso pedir os conselhos dela. Meu pai nunca penteia o cabelo antes de sair de casa, então, também não posso pedir conselhos a ele. E meu irmão mais velho... Ele não mora conosco, embora sempre tenha tido uma vida social razoável.
Mas sinceramente, não estou tão preocupada com a minha vida social. Estou preocupada em ocupar minha cadeira no curso de Física que eu quero prestar na faculdade. Vou começar com Física, depois vou me especializar em Astrofísica, assim como meu irmão. Eu admiro demais o Oliver e tudo o que ele conquistou. Ele sempre foi o exemplo de irmão mais velho que meus pais quiseram que fosse. Ele nunca me desapontou. Acho que minha família sempre foi essa família que não desaponta ninguém. Nós vivemos muito bem, a minha educação é perfeita e o Oliver também concluiu a escola com perfeição. Meus pais sempre nos deram toda atenção que precisássemos e nunca nos faltou nada.
Eu penso que com todos esses fatores, as pessoas ficariam desapontadas por não as desapontarmos em quase nada, tirando a falta de vida social (da minha parte, já que meus pais vivem indo a eventos e festas) e doenças como asma e alergia a chocolate e camarão. Pois é, eu tenho alergia a camarão. Faz 15 anos que eu não mastigo um pedaço de chocolate. Nem achocolatado.
Além de todas as alergias comuns, como poeira, pêlo de gato, produtos de limpeza, qualquer metal que não seja cirúrgico e problemas respiratórios.
Mas isso não importa.
Não quando a pessoa tem que pensar como um assassino pensa para poder escrever uma análise completa sobre o assunto, e era justamente nisso que eu estava me concentrando quando o telefone tocou e me fez acabar com meus pensamentos inúteis.
Cap. 2.
Por que será que eu sabia que quem estava me ligando àquela hora era o Hector? Por que ele sempre faz esse tipo de coisa. Me liga bem quando eu estou quase finalizando algo que demorou horas. Ou quando estou bem no fim do filme, quando o mocinho vai revelar o segredo, ou quando o vilão está esperando o momento certo de dar a primeira facada na vítima. Ele sempre me liga.
Teve uma vez que eu passei três horas pra resolver uma questão de física avançada. Na hora que o telefone tocou, perdi toda a linha de raciocínio. Nunca mais consegui refazer a questão. Passei duas horas sem falar com o Hector. Não consigo mais que isso.
Ele é meu melhor amigo. Deixando as coisas mais claras, ele é o único amigo que eu tenho. Hector sempre esteve comigo. Os pais dele são muito amigos dos meus pais, e a família do Hec é igualzinha à minha. Sendo que ele tem um carma. Sua irmã Kelly.
Kelly é tão diferente de Hector, e ela é tão não-inteligente. Quero dizer, ela tem vida social! Ela é loira, ela usa roupas de marca, ela é líder de torcida e a garota mais bonita e popular do colégio. Isso é muito bizarro. Kelly sempre copia os exercícios do Hector, ela sempre o obriga a fazer dois trabalhos. O dele e o dela. E ele faz, por que o Hec é muito gentil. E babaca, por que se uma perua daquelas fosse minha irmã, eu não deixaria que ela se desse bem às minhas custas. Ele diz que é irmã dele e que ele não pode deixar que ela se dê mal, por que isso magoaria os pais deles.
Na verdade, eu acho que Kelly gosta dos pais apenas por que o cartão de crédito dela tem limite altíssimo.
Estiquei meu braço pra tentar pegar o celular, que estava na cima da minha cama. Eu estava sentada à minha escrivaninha, onde passo maior parte do dia.
(...)
Continua. Mas não aqui, rs.
Eu acho que essa coisa de psicose não tem nada a ver com os Talking Heads. Eles não inventaram a moda do assassino psicótico. Bem, mas que infernos faria uma pessoa do meu porte intelectual com essa informação? Absolutamente nada.
Quero dizer, essa seria a minha resposta se eu não tivesse que fazer essa análise sobre o texto que lemos na aula hoje. O bendito texto, que me prendeu bastante a atenção, aliás, chamava-se ‘A Química do Assassino’ e falava sobre o que se passa na mente dos psicopatas quando eles estão a um ponto de cometer atrocidades.
Bem interessante. Agora você se pergunta como foi que eu cheguei nos Talking Heads. Pois é, nem eu entendo direito.
Quando eu falo no meu porte intelectual, eu esqueço de falar da minha incrível capacidade de pensar asneiras. Acho que isso acontece por que eu penso demais, e quando eu penso demais em coisas úteis, não sobra nada usável para que eu possa pensar. Daí sobra asneira. É uma boa teoria.
Eu sempre gostei de estudar e toda essa coisa de ser direita. Eu acho que não existe nada mais sensacional do que você estar satisfeito consigo mesmo, e eu estou satisfeita comigo em 90%. Acho que os outros 10% se devem à minha vida social, que é um fracasso. Eu não me esforço pra mudar o quadro, isso também conta, já que o fracasso da minha vida social é minha culpa. Mas também, nunca tive ninguém pra me influenciar. Meu pai é cientista, minha mãe é professora de Química II e o único irmão que eu tenho está a um passo de trabalhar na NASA. Em que meio vocês acham que eu cresci? No badalado mundo fashion das celebridades? Claro que não. Minha mãe é muito chique, mas ela não sabia se arrumar quando tinha 17 anos, então, acho que não posso pedir os conselhos dela. Meu pai nunca penteia o cabelo antes de sair de casa, então, também não posso pedir conselhos a ele. E meu irmão mais velho... Ele não mora conosco, embora sempre tenha tido uma vida social razoável.
Mas sinceramente, não estou tão preocupada com a minha vida social. Estou preocupada em ocupar minha cadeira no curso de Física que eu quero prestar na faculdade. Vou começar com Física, depois vou me especializar em Astrofísica, assim como meu irmão. Eu admiro demais o Oliver e tudo o que ele conquistou. Ele sempre foi o exemplo de irmão mais velho que meus pais quiseram que fosse. Ele nunca me desapontou. Acho que minha família sempre foi essa família que não desaponta ninguém. Nós vivemos muito bem, a minha educação é perfeita e o Oliver também concluiu a escola com perfeição. Meus pais sempre nos deram toda atenção que precisássemos e nunca nos faltou nada.
Eu penso que com todos esses fatores, as pessoas ficariam desapontadas por não as desapontarmos em quase nada, tirando a falta de vida social (da minha parte, já que meus pais vivem indo a eventos e festas) e doenças como asma e alergia a chocolate e camarão. Pois é, eu tenho alergia a camarão. Faz 15 anos que eu não mastigo um pedaço de chocolate. Nem achocolatado.
Além de todas as alergias comuns, como poeira, pêlo de gato, produtos de limpeza, qualquer metal que não seja cirúrgico e problemas respiratórios.
Mas isso não importa.
Não quando a pessoa tem que pensar como um assassino pensa para poder escrever uma análise completa sobre o assunto, e era justamente nisso que eu estava me concentrando quando o telefone tocou e me fez acabar com meus pensamentos inúteis.
Cap. 2.
Por que será que eu sabia que quem estava me ligando àquela hora era o Hector? Por que ele sempre faz esse tipo de coisa. Me liga bem quando eu estou quase finalizando algo que demorou horas. Ou quando estou bem no fim do filme, quando o mocinho vai revelar o segredo, ou quando o vilão está esperando o momento certo de dar a primeira facada na vítima. Ele sempre me liga.
Teve uma vez que eu passei três horas pra resolver uma questão de física avançada. Na hora que o telefone tocou, perdi toda a linha de raciocínio. Nunca mais consegui refazer a questão. Passei duas horas sem falar com o Hector. Não consigo mais que isso.
Ele é meu melhor amigo. Deixando as coisas mais claras, ele é o único amigo que eu tenho. Hector sempre esteve comigo. Os pais dele são muito amigos dos meus pais, e a família do Hec é igualzinha à minha. Sendo que ele tem um carma. Sua irmã Kelly.
Kelly é tão diferente de Hector, e ela é tão não-inteligente. Quero dizer, ela tem vida social! Ela é loira, ela usa roupas de marca, ela é líder de torcida e a garota mais bonita e popular do colégio. Isso é muito bizarro. Kelly sempre copia os exercícios do Hector, ela sempre o obriga a fazer dois trabalhos. O dele e o dela. E ele faz, por que o Hec é muito gentil. E babaca, por que se uma perua daquelas fosse minha irmã, eu não deixaria que ela se desse bem às minhas custas. Ele diz que é irmã dele e que ele não pode deixar que ela se dê mal, por que isso magoaria os pais deles.
Na verdade, eu acho que Kelly gosta dos pais apenas por que o cartão de crédito dela tem limite altíssimo.
Estiquei meu braço pra tentar pegar o celular, que estava na cima da minha cama. Eu estava sentada à minha escrivaninha, onde passo maior parte do dia.
(...)
Continua. Mas não aqui, rs.
Marcadores: estórias, Whatever



Eonjebuteo yeohtneunji ijeosseoyo
Naega wae ireoneunji nan moreujyo
Harun gilgiman hago ddeut-I Eobneunde
Eoddeohge ddo achimi oneun geonji
Nan moreujyo
Eojjeol soga eobseoyo amugeotdo mothago
I deodin shiganeul jikyeobwahtjyo
Eodi-e ihtneunji mu-eoseul haneunji
Ojikhan saram maneul saenggakhago ihtgi-e

The S. P. Y. that I loved, I chase her Day and night
As if I could catch her, she can’t be caught. Though I stick with her like a shadow
The S. P. Y. that I loved, I chase her Day and night
I become breathless, the moment I aim at her
I got you little runaway
The thrilling story of a lifetime will come to its highlight now
Instinctively I turned the wheel, it should answer everything. Take hold of it and step on it. Try going till the very end
It’s no use trying to avoid my trap, I’ve caught you baby
The taste of those hands is so electrifying. This is so alive.
The S. P. Y. that I loved, I chase her Day and night
As if I could catch her, she can’t be caught. Though I stick with her like a shadow
The S. P. Y. that I loved, I chase her Day and night
I become breathless, the moment I aim at her
As I looked for the gold finger, I got into a movie-like chasing
The blockbuster of chasing after chasing as we play with each other, mock at each other
If I closed the long distance with that tail, just stop now and
Now one two one two, Let’s go, go!
Doo Roo Roo Doo (Go kick it in the butt! Go kick it in the!)
Doo Roo Roo Doo (Go kick it in the butt! Go kick it in the!)